Eu finalmente to me convencendo que talvez minha mãe tenha mesmo me roubado todo o dinheiro que tinha pro mês, mais uma vez eu queria sentir raiva, gritar com ela, pegar meu dinheiro de volta pra poder comprar as coisas que quero. Céus, eu vivo com quinhentos reais, minha mãe ficou com 60%, fora os mil que minha irma pega na conta do meu pai pra ela, em meu nome.
Mas talvez o dinheiro fique melhor na mão de quem queira viver mesmo.
Eu sempre disse que to vivo pelos meus amigos, mas embora alguns ainda permaneçam, eu sinto que eles só se consideram pois os vejo esporadicamente, todos os de contato constante se afastam, todo mundo vai embora, todo mundo tem coisa melhor pra fazer do que aguentar as lamúrias de um completo fracassado.
Eu não consigo apontar uma coisa na minha vida que não tenha sido um fracasso, eu não confio e não realmente gosto de ninguém, especialmente eu mesmo.
Eu só tô sobrevivendo, nem coragem pra acabar com isso eu tenho mais.
Até como suicida eu sou fiasco.
Blog Abandonado..
Nem perca seu tempo, não há nada aqui.
sexta-feira, 28 de junho de 2019
quinta-feira, 27 de junho de 2019
Eu havia esquecido que tinha isso daqui, não to entendendo nada do que aconteceu, só sei que minha conta e meus posts anteriores tão aqui. Na dúvida dá pra fingir que ninguém nunca vai ler isso mesmo.
Eu odeio que eu estava certo, por semanas enrolei, tentando me convencer que era errado ir falar com ela, num dia bem triste e morrendo de ressaca eu o fiz, foi horrível, mas foi a melhor coisa que eu podia ter feito.
Conversar foi bom porque eu pude testemunhar que eu tava certo, eu a agradeci, pode ter parecido que foi pelas palavras dignas de curso de coach, mas não.
Foi porque eu pude ver que o que eu mais reclamei nos dias seguintes ao término estava presente na sua linha de raciocinio.
Eu já até comentei com meu psicologo que eu sou uma pessoa carente, mas carente para dar carinho. Morpheus tem ajudado, mas embora sua dedicação de estar sempre por perto, há um limite do que um felino por fazer a respeito.
Eu nunca vou me arrepender de parecer que preciso e de até me devocionar à pessoa com quem estou num relacionamento.
Eu sou um ser altamente carente, eu preciso mesmo de cada pessoa com quem me relaciono, não só os amorosos. Assim como preciso da minha família pra me manter, meus amigos são a família que eu escolhi, eu preciso de cada um, cada qual no seu tempo e com sua carga, mas não dá pra dizer que não preciso.
Infelizmente a solidão é grande, e bem, eu não pedi por nada disso, eu não consigo sentir raiva, só lembro das coisas boas, e com carinho, mas no que a explicação dela se baseou, sinto que talvez não tenha mais jeito mesmo.
Entendo ser comparado com um remédio, se sentir responsável pelo bem estar da pessoa é bem assustador mesmo, mas as vezes um remédio de uso continuo é o que salva a vida de uma pessoa, ou ao menos a deixa aceitável.
Eu não quero alguém só pros momentos bons, eu não quero uma companheiro pra só quando eu estiver bem, e nem espero que a pessoa compartilhe desse pensamente e tenha a vida regrada e feliz. Eu quero alguém pra crescer junto, se crescer é ter que ficar apanhando da vida sozinho, até um momento onde pare e chega num ponto em que isso se torna relevante? Eu não sei se almejo esse tipo de crescimento.
O namoro foi ótimo, no muito, nosso problema sempre foi a intensidade, os momentos divididos vão trazer quase sempre um sorriso a meu rosto, além do que ele foi pra minha autoestima e pra tratar meus receios com sexo, fruto dos anos de abuso. Eu agora aos 30 me acho normal em varias coisas pela primeira vez na vida.
Eu só tive essa coragem por conta de um problema maior, o problema é que me convenci de que nao estaria vivo para ver esse mes acabar, tiveram alguns dias que isso só nao se concretizou por bem pouco, mas cá estou, no final do doomsday, sem dinheiro, sem muita memoria de terça, definhando pois não anda fazendo mais de uma refeição por dia, uns dias nem isso.
A sensação de não me sentir importante anda tambem bem zoada, eu entendo que é final de semestre e as pessoas estao ocupadas. Mas eu consigo sentir que varias se enjoaram de mim, tem sempre a resolução simples: "eu to chato pra caralho e com uns papo nada agradavel, melhor ser deixado de lado"
Eu saí da ultima consulta achando que nao veria meu psicologo novamente, mas porque eu ia morrer, não porque eu to sendo um imbecil e não está indo lá pra por isso pra fora, eu não sei escrever bem, admiro bastante o ofício, mas é o que tem pra hoje.
Eu odeio que eu estava certo, por semanas enrolei, tentando me convencer que era errado ir falar com ela, num dia bem triste e morrendo de ressaca eu o fiz, foi horrível, mas foi a melhor coisa que eu podia ter feito.
Vc não tem que se desculpar, de verdade, eu só não posso fazer parte disso, nem merecer seu carinho pq eu sinto como se você precisasse de mim, isso me sufoca, queria muito que você viesse falar contigo bem, que disse se que sente minha falta mas que ta bem com você mesmo, porque você é um cara foda e não precisa de mim pra ser isso, tudo de dificuldade que enfrenta é só pra que você cresça, e eu espero que cresça e fique bem, não por minha causa, mas por você, porque você merece e não importa o quanto tenham te machucado, ou vão te machucar você precisa de você e não me ver como um remédio.Não mais tenho problemas em sentir o que senti no começo do fim.
Conversar foi bom porque eu pude testemunhar que eu tava certo, eu a agradeci, pode ter parecido que foi pelas palavras dignas de curso de coach, mas não.
Foi porque eu pude ver que o que eu mais reclamei nos dias seguintes ao término estava presente na sua linha de raciocinio.
Eu já até comentei com meu psicologo que eu sou uma pessoa carente, mas carente para dar carinho. Morpheus tem ajudado, mas embora sua dedicação de estar sempre por perto, há um limite do que um felino por fazer a respeito.
Eu nunca vou me arrepender de parecer que preciso e de até me devocionar à pessoa com quem estou num relacionamento.
Eu sou um ser altamente carente, eu preciso mesmo de cada pessoa com quem me relaciono, não só os amorosos. Assim como preciso da minha família pra me manter, meus amigos são a família que eu escolhi, eu preciso de cada um, cada qual no seu tempo e com sua carga, mas não dá pra dizer que não preciso.
Infelizmente a solidão é grande, e bem, eu não pedi por nada disso, eu não consigo sentir raiva, só lembro das coisas boas, e com carinho, mas no que a explicação dela se baseou, sinto que talvez não tenha mais jeito mesmo.
Entendo ser comparado com um remédio, se sentir responsável pelo bem estar da pessoa é bem assustador mesmo, mas as vezes um remédio de uso continuo é o que salva a vida de uma pessoa, ou ao menos a deixa aceitável.
Eu não quero alguém só pros momentos bons, eu não quero uma companheiro pra só quando eu estiver bem, e nem espero que a pessoa compartilhe desse pensamente e tenha a vida regrada e feliz. Eu quero alguém pra crescer junto, se crescer é ter que ficar apanhando da vida sozinho, até um momento onde pare e chega num ponto em que isso se torna relevante? Eu não sei se almejo esse tipo de crescimento.
O namoro foi ótimo, no muito, nosso problema sempre foi a intensidade, os momentos divididos vão trazer quase sempre um sorriso a meu rosto, além do que ele foi pra minha autoestima e pra tratar meus receios com sexo, fruto dos anos de abuso. Eu agora aos 30 me acho normal em varias coisas pela primeira vez na vida.
Eu só tive essa coragem por conta de um problema maior, o problema é que me convenci de que nao estaria vivo para ver esse mes acabar, tiveram alguns dias que isso só nao se concretizou por bem pouco, mas cá estou, no final do doomsday, sem dinheiro, sem muita memoria de terça, definhando pois não anda fazendo mais de uma refeição por dia, uns dias nem isso.
A sensação de não me sentir importante anda tambem bem zoada, eu entendo que é final de semestre e as pessoas estao ocupadas. Mas eu consigo sentir que varias se enjoaram de mim, tem sempre a resolução simples: "eu to chato pra caralho e com uns papo nada agradavel, melhor ser deixado de lado"
Eu saí da ultima consulta achando que nao veria meu psicologo novamente, mas porque eu ia morrer, não porque eu to sendo um imbecil e não está indo lá pra por isso pra fora, eu não sei escrever bem, admiro bastante o ofício, mas é o que tem pra hoje.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Untitled
Eu poderia começar dizendo que você é uma pessoa melhor que as outras por estar lendo isso, sim poderia. Mas a grande questão é que você não é, não é não.
Ninguém se torna uma pessoa superior por ser de tal religião, nem por não acreditar em nada. "Mas ah, isso é sinal de inteligência e mimimi".. o que é inteligência afinal? Ignorância é uma tremenda benção, se você acha que eles deveriam se submeter a sua (falta de) religião, meu caro.. você é um tremendo babaca.
Qual o problema de deixar as pessoas em paz? Que diabos é essa necessidade de tentar esfregar no mundo que sua profissão é a mais importante pra sociedade, que gostar mais de cachorros te faz um humano melhor, e et cetera?
É pra se ajustar melhor na sociedade? Não é nenhum sinal de saúde ser bem ajustado a uma sociedade profundamente doente..
Quer salvar o mundo deixando de comer no McDonald's? Foda-se! Pare de comer McDonald's e pronto, não precisa torrar o saco do resto do planeta por isso.
Pode-se até fazer alguma diferença, mas o caminho no meu ver não é protestando.
Quer convencer que se tornou uma pessoa melhor? Seja uma pessoa melhor. Não sendo chato já é um baita começo.
E por favor, não pense que eu me excluo disso. Afinal me considero uma das pessoas mais chatas que conheço.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Mais uma Union Plume pra conta
Acho interessantíssimo o fato de apesar de tudo ir sendo destruído, esse blog se mantém. Mesmo com tão poucos posts e as vezes tanto tempo entre eles, mas ainda assim serve como um forte log da minha mente nos últimos anos.
Hoje, mesmo lembrando o quanto o Seja Feliz, que na época fazia tanto sentido, me parece escrito por mim a mais de 10 anos atrás.
Mas parando pra pensar, de certa forma, foi mesmo. Afinal ele é de uma vida atrás. Sim, uma vida, in fact ele foi da minha segunda vida.
Eu achava que essa minha linha de pensamento sem sentido. Como assim eu me sentia como se fosse outra vida na época? Mas daí eu me lembro das minhas duas mortes no último ano, a maneira que isso me afetou e faz todo o sentido do mundo ter chamado os eventos do começo de 2009 como a primeira morte.
Mas bem, é chegada a hora do começo de mais uma nova vida e infelizmente, ou felizmente, isso não é como se fosse uma folha em branco, e como a folha que eu tenho já tá toda borrada e eu preciso de espaço, deixarei aqui algumas coisas escritas até então nela. Vai que me seja útil, nem que seja pra rir de mim mesmo.
Só hoje pude compreender toda a magnitude do número escolhido por mim que figura nas costas da minha camisa da UENF.
Zero, mesmo sendo uma representação do nada, é um dos números significantes, talvez por isso mesmo.
Assim como o Nada se permitiu um dia que se deixasse de existir para que tudo pudesse existir, o zero está ali incógnito em todas as contas. Não fazendo a menor diferença em somas e divisões, tornando tudo semelhante ao se multiplicar.
O que eu não conseguia compreender era a divisão, como isso poderia representar algo.
E é simples, quando o zero está por cima, ele não vê diferença, pois todos abaixo ficam iguais no fim, mas se o colocar embaixo do traço fracionário... Error.
Ao se chegar bem próximo por um lado ou pelo outro, o Tudo, ao qual o Zero se renegou para que pudesse ser criado, aparece. Mas quando ele fica realmente por baixo, não tem jeito, Erros aparecem.
O certo então, é ficar ao lado do tudo que ele mesmo permitiu que existisse, e assim acompanhar até que o tudo volte ao início, o Nada, o Zero. The Maverick Hunter.
Tá aí algo que sempre me incomodou. Pessoas que atrás da tela do PC, sentados em seus quartos ar-condicionados e tomando coca-cola, são os grandes entendedores de tudo, que causam todo dia o não acontecimento da 3ª Guerra Mundial.
Esse pensamento foi evoluindo com o passar dos anos e hoje o que temos são milhões de pessoa profundas, intelectuais, artistas, críticos e poetas armados com suas conexões de internet e nada mais.
Mas isso que antes me deixava com raiva, hoje me dá pena.
Analisando bem o perfil do surgimento disso e suas aplicações, o que repara-se é que são milhões de seres com algum tipo de complexo de inferioridade. E por isso atacam tudo e todos, como hoje a violência já não fica tão impune e oculta, essa é a forma achada como resposta. Tão triste como a violência, pois assim como ela, também dá a falsa sensação de superioridade e gera um rastro mimetizante, viciando e renovando o ciclo, respectivamente.
Eu acredito na teoria de que todas as pessoas nascem com um buraco no peito.
Não que seja desconfortável, mas a maioria acha indesejável, então tentam desesperadamente o preencher com qualquer coisa.
Usa-se de um tudo: religião, álcool, compras, drogas e até mesmo outras pessoas com buracos no peito.
Eu já tentei encher esse vazio com tudo, e hoje tudo o que eu quero é tratar meus joelhos e recuperar o físico o suficiente pra poder correr por aí e voltar a ouvir o assobio que o ar faz ao passar pelo buraco.
Hoje, mesmo lembrando o quanto o Seja Feliz, que na época fazia tanto sentido, me parece escrito por mim a mais de 10 anos atrás.
Mas parando pra pensar, de certa forma, foi mesmo. Afinal ele é de uma vida atrás. Sim, uma vida, in fact ele foi da minha segunda vida.
Eu achava que essa minha linha de pensamento sem sentido. Como assim eu me sentia como se fosse outra vida na época? Mas daí eu me lembro das minhas duas mortes no último ano, a maneira que isso me afetou e faz todo o sentido do mundo ter chamado os eventos do começo de 2009 como a primeira morte.
Mas bem, é chegada a hora do começo de mais uma nova vida e infelizmente, ou felizmente, isso não é como se fosse uma folha em branco, e como a folha que eu tenho já tá toda borrada e eu preciso de espaço, deixarei aqui algumas coisas escritas até então nela. Vai que me seja útil, nem que seja pra rir de mim mesmo.
Zero
Só hoje pude compreender toda a magnitude do número escolhido por mim que figura nas costas da minha camisa da UENF.
Zero, mesmo sendo uma representação do nada, é um dos números significantes, talvez por isso mesmo.
Assim como o Nada se permitiu um dia que se deixasse de existir para que tudo pudesse existir, o zero está ali incógnito em todas as contas. Não fazendo a menor diferença em somas e divisões, tornando tudo semelhante ao se multiplicar.
O que eu não conseguia compreender era a divisão, como isso poderia representar algo.
E é simples, quando o zero está por cima, ele não vê diferença, pois todos abaixo ficam iguais no fim, mas se o colocar embaixo do traço fracionário... Error.
Ao se chegar bem próximo por um lado ou pelo outro, o Tudo, ao qual o Zero se renegou para que pudesse ser criado, aparece. Mas quando ele fica realmente por baixo, não tem jeito, Erros aparecem.
O certo então, é ficar ao lado do tudo que ele mesmo permitiu que existisse, e assim acompanhar até que o tudo volte ao início, o Nada, o Zero. The Maverick Hunter.
Revolucionarismo de cadeira
Tá aí algo que sempre me incomodou. Pessoas que atrás da tela do PC, sentados em seus quartos ar-condicionados e tomando coca-cola, são os grandes entendedores de tudo, que causam todo dia o não acontecimento da 3ª Guerra Mundial.
Esse pensamento foi evoluindo com o passar dos anos e hoje o que temos são milhões de pessoa profundas, intelectuais, artistas, críticos e poetas armados com suas conexões de internet e nada mais.
Mas isso que antes me deixava com raiva, hoje me dá pena.
Analisando bem o perfil do surgimento disso e suas aplicações, o que repara-se é que são milhões de seres com algum tipo de complexo de inferioridade. E por isso atacam tudo e todos, como hoje a violência já não fica tão impune e oculta, essa é a forma achada como resposta. Tão triste como a violência, pois assim como ela, também dá a falsa sensação de superioridade e gera um rastro mimetizante, viciando e renovando o ciclo, respectivamente.
Buraco no peito
Eu acredito na teoria de que todas as pessoas nascem com um buraco no peito.
Não que seja desconfortável, mas a maioria acha indesejável, então tentam desesperadamente o preencher com qualquer coisa.
Usa-se de um tudo: religião, álcool, compras, drogas e até mesmo outras pessoas com buracos no peito.
Eu já tentei encher esse vazio com tudo, e hoje tudo o que eu quero é tratar meus joelhos e recuperar o físico o suficiente pra poder correr por aí e voltar a ouvir o assobio que o ar faz ao passar pelo buraco.
Amadurecimento
Esse é um pensamento ainda em trabalho. Não leve nada a sério.
Uma forma que usam para identificar o amadurecimento infantil, por exemplo, é observar quando o garoto enjoou de brincar de carrinho, ok. Ao longo da vida a gente passa por coisas parecidas.
Mas será que essa forma pode mesmo ser usada? Se fosse assim seria louvável enjoar de um relacionamento e chamar isso de amadurecimento? Como então identificar amadurecimento? Sexta no Globo Repórter.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Suicide Boy
Plágio descarado e ajustado para um eu-lírico masculino e com UMA PITADA de mim, de uma música feita pela galera numa noite dessas, escritas num papel que ficou no meu carro.
(Imagem não relatada, apenas achei legal hahaha)
I know a guy
He is suicidal
Others can't really understand him
The best way to try to understand him, isn't listinening what he says
It's not watch what hes doing
He comunicates better when hes quiet and doesn't make sense at all
You'll see him drinking with friends
Trying all of kinds of drugs
Weed, coke, pussy, even religion
All of then and add his colorful hair and his bunch of tattoes
He's only trying to make sense to himself
And all of the smoke in his fuckin head
He doesn't mind, He doesn't care
Sex is the only thing he seem to think about
But is no love, he just tryin to fell less stressed out
Driving fast his fucked up car
No mind if crashess, will be just another scar
Drugged and intoxicated
He took his pills, he'll soon be sedated
Do you mind if he light another cigarette?
>Chorus
He wants it all
All the candies in the store
All of then shared with a whore
The lights out, but still can see you
In the dark he made his realm
All the blades are on dispose
The closes one his told to abbandon all hope
If anything helps, he still have rope
>Chorus
Social dogma? That's bullshit
All of then can suck his dick
Life? Death? Doesn't thing that have some more
All the others say that know what life is
But they don't know how to this
Wanna bite? Come and get
Here, take another cigarette
>Chorus
Believe, he can care less for this shit
You can look strange or complain about this song
But for you he has a special thing (eh)
A fine picture of his middle finger
We'll se eath other in hell, modafoka.
Bem, tecnicamente, isso é minha propriedade, já que a única cópia do original está em minha posse. MUAHAHAHAHAH
(Imagem não relatada, apenas achei legal hahaha)
I know a guyHe is suicidal
Others can't really understand him
The best way to try to understand him, isn't listinening what he says
It's not watch what hes doing
He comunicates better when hes quiet and doesn't make sense at all
You'll see him drinking with friends
Trying all of kinds of drugs
Weed, coke, pussy, even religion
All of then and add his colorful hair and his bunch of tattoes
He's only trying to make sense to himself
And all of the smoke in his fuckin head
He doesn't mind, He doesn't care
Sex is the only thing he seem to think about
But is no love, he just tryin to fell less stressed out
Driving fast his fucked up car
No mind if crashess, will be just another scar
Drugged and intoxicated
He took his pills, he'll soon be sedated
Do you mind if he light another cigarette?
>Chorus
He wants it all
All the candies in the store
All of then shared with a whore
The lights out, but still can see you
In the dark he made his realm
All the blades are on dispose
The closes one his told to abbandon all hope
If anything helps, he still have rope
>Chorus
Social dogma? That's bullshit
All of then can suck his dick
Life? Death? Doesn't thing that have some more
All the others say that know what life is
But they don't know how to this
Wanna bite? Come and get
Here, take another cigarette
>Chorus
Believe, he can care less for this shit
You can look strange or complain about this song
But for you he has a special thing (eh)
A fine picture of his middle finger
We'll se eath other in hell, modafoka.
Bem, tecnicamente, isso é minha propriedade, já que a única cópia do original está em minha posse. MUAHAHAHAHAH
sábado, 8 de dezembro de 2012
Divagações
Muito tenho ouvido, muito tenho falado, pouco, muito pouco foi aproveitado dessa semana.
Mas esse muito pouco praticamente valeu o ano.
Não espero que ninguém entenda, muito menos concorde com minha linha de pensamento. Apenas um louco consegue entender outro louco, por isso nunca me dei bem com gente muito certa, esse ano mais do que nunca. A filtragem tem sido massiva, pois na mentalidade do tal protocolo social, cristão, hipócrita e parcial me priva de dizer as coisas a seguir sem ser taxado de louco, maluco e tudo mais. E tenho na verdade o direito de me denominar assim, talvez os dias mais marcantes desse ano tenham sido os que fiquei encracerado numa versao soft de um sanatorio, apenas não tinham as paredes alcochoadas e todo o resto visto em filmes, uma pena, adoraria ficar me tackleando numa parede branca e macia :3 mas não desviando do assunto..
Falar para um suicida que ele precisa pensar na vida, refletir, devia ser enquadrado como um pleonasmo de força maior, não se chega a conclusão de ser melhor não acordar no outro dia do que sim, sem meditar bastante no assunto, novamente, não espero que entendam isso, isso é o incomum, demoniaco e macabro pensamento que todos somos tachados a nem sonhar em refletir sobre. mas como tudo nessa porra de mundo aleatório, tem sim sua excessão, não me julgo melhor ou ter um pensamento pseudo-divino sobre a vida e... e é só sobre a vida que estou tratando mesmo.
Perdi a conta de quantas vezes pensei em dar o ponto final na minha vida. Foda-se, sou egoísta sim, ela é minha e novamente voltando à questao "divina" eu supostamente tenho o direito de dar o meu ponto final, do jeito que eu escolhi, eu realmente acho divino poder escolher a última música que eu escutaria, a última coisa que eu faria, a última pessoa que eu conversaria, o local e a forma que minha vida teria seu fim. Você acha isso triste? Macrabro? Saiba que boa parte deeses momentos foram planejados num periodo de maior felicidade que eu já estive.
"Felicidade é um estado mental, não um objetivo de vida".
Se você parar pra pensar friamente, faz muito sentido morrer feliz, faz todo o sentido do mundo na verdade. Não é por tristeza, decepção ou - a opção mais idiota que acham que se baseia um suicidio - o amor.
Aahh o amor, não sei se me tornei incapaz de conceber isso, mas com certeza não é um dos pensamentos que passam, ao menos na minha mente de merda., nos momentos de merda, lembrando sempre que tá ae o 2girls1cup provando que merda é algo excitante, pra uma infima minoria, mas é. (Não o meu caso, antes que perguntem, é só uma figura de linguagem, que não vou lembrar agora o nome, bêbado as 5 da manhã)
Mas bem, nem tudo não são flores, felizmente (ou infelizmente) eu ainda estou aqui, e como disse antes, que só um maluco pra entender outro, há outros como eu, sobreviventes, e alguns que tiveram sucesso mas ainda assim pude tirar de lição muito de suas vidas.
Tudo o que eu consigo retirar de todas as minhas falhas, falhas e sucessos de outros, é algo bem simples, infantil quase.
O bê a bá da auto-ajuda: Viver cada dia de cada vez.
Beira o imbecil dizer tudo o que disse e acabar chegando nesse ponto, eu sei, mas deve se perceber o perigo tênue da soma de tudo isso que relatei junto.
A morte, o fim, continua como algo considerável, BEM menos considerável, pois o foda-se está ligado e o mesmo poder "divino" de tirar minha vida, eu tomo pra mim para virar o meu frágil mundinho se abalando pra algo mais interessante que um ponto final.
Finalmente chego a questão principal de TUDO, TUDO, que é o equilíbrio. Ter a sabedoria de dosar para que todos os momentos sejam e precedam a outros momentos também interessantes será algo, literalmente, vital.
Mas esse muito pouco praticamente valeu o ano.
Não espero que ninguém entenda, muito menos concorde com minha linha de pensamento. Apenas um louco consegue entender outro louco, por isso nunca me dei bem com gente muito certa, esse ano mais do que nunca. A filtragem tem sido massiva, pois na mentalidade do tal protocolo social, cristão, hipócrita e parcial me priva de dizer as coisas a seguir sem ser taxado de louco, maluco e tudo mais. E tenho na verdade o direito de me denominar assim, talvez os dias mais marcantes desse ano tenham sido os que fiquei encracerado numa versao soft de um sanatorio, apenas não tinham as paredes alcochoadas e todo o resto visto em filmes, uma pena, adoraria ficar me tackleando numa parede branca e macia :3 mas não desviando do assunto..
Falar para um suicida que ele precisa pensar na vida, refletir, devia ser enquadrado como um pleonasmo de força maior, não se chega a conclusão de ser melhor não acordar no outro dia do que sim, sem meditar bastante no assunto, novamente, não espero que entendam isso, isso é o incomum, demoniaco e macabro pensamento que todos somos tachados a nem sonhar em refletir sobre. mas como tudo nessa porra de mundo aleatório, tem sim sua excessão, não me julgo melhor ou ter um pensamento pseudo-divino sobre a vida e... e é só sobre a vida que estou tratando mesmo.
Perdi a conta de quantas vezes pensei em dar o ponto final na minha vida. Foda-se, sou egoísta sim, ela é minha e novamente voltando à questao "divina" eu supostamente tenho o direito de dar o meu ponto final, do jeito que eu escolhi, eu realmente acho divino poder escolher a última música que eu escutaria, a última coisa que eu faria, a última pessoa que eu conversaria, o local e a forma que minha vida teria seu fim. Você acha isso triste? Macrabro? Saiba que boa parte deeses momentos foram planejados num periodo de maior felicidade que eu já estive.
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| "One more medicated peaceful moment" |
Se você parar pra pensar friamente, faz muito sentido morrer feliz, faz todo o sentido do mundo na verdade. Não é por tristeza, decepção ou - a opção mais idiota que acham que se baseia um suicidio - o amor.
Aahh o amor, não sei se me tornei incapaz de conceber isso, mas com certeza não é um dos pensamentos que passam, ao menos na minha mente de merda., nos momentos de merda, lembrando sempre que tá ae o 2girls1cup provando que merda é algo excitante, pra uma infima minoria, mas é. (Não o meu caso, antes que perguntem, é só uma figura de linguagem, que não vou lembrar agora o nome, bêbado as 5 da manhã)
Mas bem, nem tudo não são flores, felizmente (ou infelizmente) eu ainda estou aqui, e como disse antes, que só um maluco pra entender outro, há outros como eu, sobreviventes, e alguns que tiveram sucesso mas ainda assim pude tirar de lição muito de suas vidas.
Tudo o que eu consigo retirar de todas as minhas falhas, falhas e sucessos de outros, é algo bem simples, infantil quase.
O bê a bá da auto-ajuda: Viver cada dia de cada vez.
Beira o imbecil dizer tudo o que disse e acabar chegando nesse ponto, eu sei, mas deve se perceber o perigo tênue da soma de tudo isso que relatei junto.
A morte, o fim, continua como algo considerável, BEM menos considerável, pois o foda-se está ligado e o mesmo poder "divino" de tirar minha vida, eu tomo pra mim para virar o meu frágil mundinho se abalando pra algo mais interessante que um ponto final.
Finalmente chego a questão principal de TUDO, TUDO, que é o equilíbrio. Ter a sabedoria de dosar para que todos os momentos sejam e precedam a outros momentos também interessantes será algo, literalmente, vital.
sábado, 1 de setembro de 2012
Bitter
Pois bem, da última vez que postei algo do gênero direto no facebook tive que aturar muita gente que não merecia acabar lendo e tomando partido pelo que aconteceu, dessa forma, postando aqui nesse local ermo, não creio que ninguém que eu não indique ou que não tenha um mínimo de curiosidade pelo que eu possa vir a relatar venha a ler.Enfim.. parei hoje pra perceber e tomar nota que eu até o fim de 2007 era um INTJ, virei ISTJ depois da doença, por motivos de força maior consegui me moldar na forma de um ESTJ em meados de 2010, agora.. bem axo que voltei pro INTJ ou sou algo de novo, talvez um ISFJ até. Mas bem, não é sobre isso que essa reflexão me fez perceber.
O que eu dei por conta é que não se tem como esquecer o que você se tornou, uma vez cruzado uma certa linha, não se tem como retornar, como o próprio Jung (1973, pp. 435-436) disse: "[...]because I’m convinced that if anybody has it in himself to commit suicide, then practically the whole of his being is going that way."
Só me resta, continuar, tentando viver, fingindo que isso não faz mais parte de mim, embora fazendo isso apenas pelos outros, enquanto sinto que minha vida vai se esvaindo pelos meus dedos por cada dia que continuo com essa farsa.
A verdade mesmo, é que na maioria das vezes acho que de fato eu morri na noite do dia 02/06/12 e que tudo isso que tenho passado, é o tal do inferno prometido pros que fizeram tal coisa que fiz. Pelo menos é o mais próximo de um que no momento eu consigo compreender. Pouco a pouco esse assunto me torna mais e mais amargo, quanto a tudo e qualquer coisa.
Tudo o que eu sinto, penso, sonho e sou tá marcado com uma dose de amargura.
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